quinta-feira, 12 de junho de 2008

Fazendo o que o Diabo Gosta.

Quanto mais sábio o homem mais próximo de Deus. Raul nunca duvidou da existência de um ser supremo:

“Deus é aquilo que me faltava para eu compreender o que eu não compreendo”
Apesar disso, flertava com o sagrado e o profano ao mesmo tempo.


“A história mostra que a gente agrada a Deus fazendo o que o Diabo gosta”

Sagrado é tudo o que enaltece a vida. O profano a ameaça. Logo, a vida é sagrada e a morte é profana. Raul se orientava o tempo inteiro por esse duo eterno: vida e morte, luz e trevas.

''Não existe nenhum Deus senão o homem''

Inspirado em Pitágoras, Raul fez a seguinte declaração:
'' Eu já passei por todas as religiões, filosofias, políticas em luta, aos 11 anos de idade já desconfiava da verdade absoluta''.

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